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Campanha de Vacinação Contra o Sarampo inicia na próxima segunda-rfeia

Campanha de Vacinação Contra o Sarampo inicia na próxima segunda-rfeia

 Morro da Fumaça está preparada para iniciar a Campanha de Vacinação Contra Sarampo na próxima segunda-feira, dia 7. Devem tomar a dose, crianças não vacinadas de seis meses a menores de cinco anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias). No dia 19 de outubro será realizado o Dia D da campanha, ocasião em que as unidades de saúde do Centro, Cohab, Estação Cocal, bairro Graziela, Mina Fluorita, bairro Naspolini e bairro Jussara, estarão abertas das 8h as 17h. Já no dia 26 de outubro será realizado o Dia D Extra, data em que as unidades de Linha Torrens, Linha Cabral e Vila Rica também realizarão a vacinação. Segundo o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde divulgado no mês passado, foram confirmados 5.346 casos de sarampo no Brasil. “Pedimos que os fumacenses entendam o nosso chamado e procurem as unidades de saúde para que possamos prevenir contra esta doença”, destaca o secretário do Sistema de Saúde, Robson Francisconi.

 

Quem deve se vacinar contra o sarampo?

Dose zero: Devido ao aumento de casos de sarampo em alguns estados, todas as crianças de 6 meses a menores de 1 ano devem ser vacinadas (dose extra).

Primeira dose:  Crianças que completarem 12 meses (1 ano).

Segunda dose: Aos 15 meses de idade, última dose por toda a vida.

Adulto deve se vacinar contra o sarampo?

Tomou apenas uma dose até os 29 anos de idade:

Se você tem entre 1 e 29 anos e recebeu apenas uma dose, recomenda-se completar o esquema vacinal com a segunda dose da vacina;

Quem comprova as duas doses da vacina do sarampo, não precisa se vacinar novamente.

 Não tomou nenhuma dose, perdeu o cartão ou não se lembra?

De 1 a 29 anos – São necessárias duas doses;

De 30 a 49 anos – Apenas uma dose.

Grávidas podem tomar a vacina contra o sarampo?

A vacina é contraindicada durante a gestação pois são produzidas com o vírus do sarampo vivo, apesar de atenuado. A gestação tende a diminuir a imunidade da mulher, o que deixa o sistema imunológico mais vulnerável e, por isso, a vacina pode desenvolver a doença ou complicações.

Jorn. Marciano Bortolin